GR22

Grande Travessia
das Aldeias Históricas

Um percurso histórico a descobrir em BTT

Distância : 620 km
Setores : 13 setores
Desnível : 16,700 m
Dificuldade : Difícil
 

A GR22 poderá também ser feita em modo ligação aldeia a aldeia, proporcionando a verdadeira sensação de explorar as Aldeias Históricas de Portugal.

O percurso será bastante irregular, com etapas muito curtas e muito longas.

Poderá encontrar os tracks de GPS e a descrição no site das Aldeias Históricas de Portugal

Percurso

Setor 1 / Belmonte - Soito

Distância : 51,4km

Desnível : 1291m

Descrição :

Deixando Belmonte, o percurso começa por descer para, logo de seguida, cruzar a estrada nacional e, pouco depois, segue para este para atravessar a autoestrada e a linha de comboio. Ao se aproximar da ribeira das Inguias, faz a sua travessia em conjunto com a estrada de alcatrão e, já na outra margem, segue em terra batida subindo um vale. Deixa o vale, que agora se chama Quarta-feira, e, contornando a Serra da Pedra Furada, avista a Aldeia Histórica de Sortelha. Em conjunto com o PR local, sobe por entre canadas, calçadas romanas e medievais até à porta poente do Castelo, junto ao antigo hospital. Continua pela Devesa, subindo para a proximidade da Portela de Sortelha, a cerca de 800 m de altitude. A partir daí, começa-se a descer, atravessando a ribeira da Nave e a estrada de alcatrão. A descida continua por um caminho de terra batida em direção à Urgueira, onde se separa da etapa Barragem da Meimoa-Sortelha. Após passar o núcleo central da aldeia de Urgueira, vira-se a nordeste seguindo em direção ao vale do Côa, até Souto do Rio, onde se volta à direita para atravessar o rio e subir ao Castelo do Sabugal. Nesta subida ao castelo, a GR22 cruza-se com a GR Côa, separando-se dela ao sair no núcleo antigo. Saindo do Sabugal, o percurso segue em direção à sua zona industrial, contornando-a a sul e virando à direita no sentido nascente por caminho não asfaltado. Passa a ribeira de Arnes e segue até encontrar a estrada, já próximo da aldeia de Torre. No interior da aldeia, vira à direita para a Rua D. Dinis, e já à saída da povoação, segue para a esquerda, entrando numa série de carreiros até ao estradão que entra por sul em Ozendo. Saindo a norte pela Rua da Amoreira, o percurso atravessa uma área mais despovoada, passando por lameiros em direção ao Soito, onde se chega vindo de noroeste.

Setor 2 / Soito - Almeida

Distância : 66,4km

Desnível : 1254m

Descrição :

O percurso inicia-se saindo do Soito, junto à Capela de São Brás, atravessando a estrada e virando à direita em estrada empedrada. Vai descendo por caminhos murados entre campos agrícolas e passa a ribeira de Alfaiates para mais à frente encontrar a barragem e, de seguida, a aldeia que lhe dá o nome. Atravessando Alfaiates, segue em direção à Rebolosa, onde, junto à Praça de Touros, entra num caminho que vai convergir com o rio Cesarão. Segue este rio, primeiro até à Aldeia da Ribeira, depois até chegar a Vilar Maior, cruzando terrenos dedicados à pecuária onde existem cancelas de gado no caminho. Em Vilar Maior, atravessa a aldeia e continua pela Ponte Medieval sobre o rio Cesarão, subindo em direção à Malhada Sorda. Atravessa a aldeia e desce por caminhos de terra batida até ao sítio do Medronhal, próximo do rio Côa. Aí é possível ver a ponte ferroviária em pedra a rasgar o vale. O percurso afasta-se do rio e começa a subir para a Freineda, passando pelo centro da aldeia e saindo para poente. Cruza a linha de caminho de ferro e começa a descer o vale do Côa, atravessando o rio junto a uma praia fluvial (travessia condicionada de inverno, ver alternativa). Inicia-se depois uma exigente subida até Castelo Mendo. Saindo desta aldeia para norte, este troço segue ao longo de planaltos sobranceiros ao Côa. Começa por seguir até à EN16, por terra batida, junto da qual cruza a A25 por passagem inferior. Deste ponto, segue por terreno plano e novamente em terra batida até Leomil, para depois passar por Ansul e chegar à Aldeia Nova, sempre no mesmo tipo de ambiente. Continuando pelo planalto, o percurso conflui mais à frente com a EN340, onde se junta à Grande Rota (GR) do Côa para, em conjunto, atravessarem o rio pela ponte antiga e subirem por caminhos ancestrais até à Aldeia Histórica de Almeida, separando-se um pouco antes desta.

Setor 3 / Almeida - Cidadelhe

Distância : 55,5km

Desnível : 1211m

Descrição :

Saindo de Almeida pela ciclovia de circunvalação da muralha, o percurso segue para norte, por terra batida, para atravessar a ribeira das Alvercas e vai por caminhos de pastoreio até chegar à Malpartida. O percurso cruza a EM604 e segue por planícies brindadas pelo voo das rapinas, aproximando-se do rio Tourões, fronteira natural com Espanha. Continua-se em terra batida, por caminhos de pastoreio, com a presença de cancelas, e depois por caminhos de campos agrícolas, atravessando novamente a EM604 próximo da Vermiosa e seguindo para norte entre um retalhado de terrenos. Passa-se o Cruzeiro de Roquilho e volta-se a encontrar o asfalto da EM604 à chegada a Almofala. Continua para norte, pelo empedrado que dá depois lugar a caminho em terra batida e converge para a estrada na direção de Mata de Lobos. Após um pequeno troço de asfalto, o percurso deixa a estrada à direita para seguir novamente em terra batida, atravessando um retalhado de terrenos de plantações e cultivo até passar Mata de Lobos. Daqui o percurso muda tendencialmente de direção. Seguindo agora para oeste, irá atravessar a ribeira de Aguiar para, em conjunto com o Percurso PR3 FCR, subir até à Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo, que já nos observa lá do alto, passando pelo Convento de Santa Maria de Aguiar. O caminho deixa Castelo Rodrigo, descendo para oeste acompanhando o Percurso PR2 FCR, predominantemente em terra batida, em direção ao vale do Côa, contornando a Serra da Marofa e passando por Freixeda do Torrão. Ao entroncar com a estrada alcatroada que liga Cidadelhe às aldeias da margem direita e quando chega ao portão da Reserva da Faia Brava, Área Protegida de âmbito privado, junta-se à Grande Rota do Côa para descer abruptamente o vale, atravessar o rio e dar início à exigente subida da encosta, ganhando diferentes perspetivas para o vale do rio. Mais acima, a presença de núcleos de sobreiros, anuncia a chegada a Cidadelhe e o fim da etapa.

Setor 4 / Cidadelhe - Trancoso

Distância : 49,17km

Desnível : 1281m

Descrição :

O percurso sai de Cidadelhe ao longo de uma zona planáltica e de ocupação agrícola, seguindo para sul até à localidade de Juízo. Aqui, flete para noroeste e desce para o vale da ribeira de Massueime, que atravessa um pouco abaixo. Saindo do vale, passa por Gateira, após a qual percorre uma paisagem mista e aplanada, com vistas para Marialva e seu castelo. Atravessa o IP2 através de viaduto e, pouco depois, inicia a subida final para a Aldeia Histórica de Marialva. Marialva é a aldeia mais a norte de toda esta Grande Rota e o percurso ruma agora a sul, descendo à devesa desta Aldeia Histórica onde deixa a etapa anterior. Seguindo em terra batida, atravessa a ponte da ribeira de Marialva e dirige-se ao Rabaçal, agora tendencialmente para oeste, subindo até à localidade de Esporões. Após atravessar esta povoação, segue por estradas florestais, que progressivamente se transformam em caminhos agrícolas ao se aproximar de Moreira de Rei e das suas curiosas formações graníticas. Daqui, e já em conjunto com o percurso “Guardiões do Planalto”, esta etapa continua para sul até Castaíde, onde encontra o vale Azedo, que acompanha até iniciar a subida final para a Aldeia Histórica de Trancoso.

Setor 5 / Trancoso - Linhares da Beira

Distância : 42,7km

Desnível : 1046m

Descrição :

Esta etapa deixa Trancoso pelo lado sul, entra em terra batida e desce em direção à localidade de Miguel Choco. Daqui, e passando logo depois por Venda do Cepo, apanha o início da ribeira da Muxagata. Faz a descida do vale inicialmente estreito da ribeira e acompanha esta linha de água passando por Aldeia Nova antes de chegar a Muxagata. Desta aldeia segue para sul, acompanhando a ribeira de mesmo nome até à sua foz, no rio Mondego. Neste rio há que atravessar um açude (travessia condicionada em período de cheia, ver alternativa). Saindo do vale, logo cruza a EN16 e atinge Vila Soeiro do Chão. Utilizando maioritariamente caminhos em terra batida, passa por Mesquitela e Carrapichana. Nesta última, cruza a EN17 e continua para sul, subindo gradualmente até chegar a Figueiró da Serra, onde desce à ribeira de Linhares e converge com o PR4, subindo pela calçada romana até à Aldeia Histórica de Linhares da Beira.

Setor 6 / Linhares da Beira - Valezim

Distância : 51,29km

Desnível : 1656m

Descrição :

Esta é uma das etapas mais exigentes de toda a Grande Rota (GR22). Inicia-se em conjunto com uma das Pequenas Rotas aqui existentes e sobe em direção ao planalto de Videmonte e Casais de Folgosinho. Ao atingir este planalto, percorre toda a cumeada da encosta norte, passando pela Portela de Folgosinho, pelo Posto de Vigia da Santinha e pela casa abandonada dos serviços florestais, antes de chegar ao alcatrão já perto do Vale do Rossim. Aqui encontra a variante da GR22 que faz a ligação à Aldeia Histórica de Belmonte. Antes da barragem e à chegada ao Sabugueiro, uma variante para bicicletas permite encurtar a distância para evitar troços extremamente técnicos. O percurso desce ao longo da ribeira da Fervença até ao Sabugueiro, de onde continua em descida, agora acompanhando o rio Alva, pelas levadas dos aproveitamentos hidroelétricos. Passa pelo Museu Natural da Eletricidade, pela mata aqui existente e pela Capela de Nª Srª do Desterro. Deixa o curso do rio Alva, contornando a serra, e segue em direção à praia fluvial da Lapa dos Dinheiros e à localidade com o mesmo nome, de onde continua por antigos caminhos agrícolas até Valezim.

Setor 7 / Valezim - Piodão

Distância : 31,07km

Desnível : 1233m

Descrição :

Esta etapa possui duas partes distintas. À saída de Valezim, inicia uma subida que, cruzando a EN231, contorna a encosta sudoeste da Serra da Estrela, sempre em ambiente florestal. Passa pelas estruturas do antigo viveiro florestal mesmo antes de atingir a Portela do Arão. Pouco depois desta rotunda o traçado para bicicletas diferencia-se do traçado pedestre, continuando pela direita e aproveitando as cumeadas. É aqui que se inicia a segunda parte da etapa, agora em descida gradual, ao longo de uma densa envolvente florestal, até entrar no vale da ribeira de Alvoco e alcançar Vide. Depois de cruzar a ribeira de Alvoco no centro de Vide, a GR para bicicletas continua a ter um traçado próprio, subindo às cumeadas e acompanhando um estradão a meia encosta do Monte da Srª das Necessidades. Lá em baixo, o vale foi-se aprofundando nestas encostas constituídas por xistos castanho-escuros, com os quais o Homem foi construindo os muitos quilómetros de muros que suportam as terras que tinham utilização agrícola. O mesmo tipo de pedra também permitiu a construção de muitas casas em xisto que se encontram ao longo do percurso. Mas é Piódão que, como conjunto construído, se assume como o corolário desta etapa.

Setor 8 / Piodão - Bogas de Cima

Distância : 46,68km

Desnível : 1965m

Descrição :

Esta é uma etapa fisicamente exigente, mas o esforço é compensado pelas magníficas panorâmicas que oferecem os pontos de maior altitude da Serra do Açor. A subida é difícil até ser atingido o vértice geodésico em São Pedro do Açor. A GR22 desenvolve-se ao longo da cumeada de maiores altitudes desta serra, contorna a cabeceira da bacia hidrográfica do rio Ceira e inicia a subida até ao ponto de maior altitude desta serra: o Pico de Cebola. Vistas magníficas, a 360º. A GR22 continua na linha de cumeada, descendo. Para sul evidenciam-se as escombreiras que denunciam as Minas da Panasqueira. Abandona a cumeada para descer a encosta até São Jorge da Beira. A partir desta aldeia, o percurso sobe pela EM512 e, já no alto, sai da estrada para sul, seguindo em terra batida até ao vale de Unhais-o-Velho, descendo-o para depois subir até à Portela de Unhais. Deste ponto, rapidamente desce à Póvoa da Raposeira para acompanhar uma ribeira afluente do Zêzere. Após um pequeno troço em asfalto, segue à esquerda por entre área florestal para descer ao encontro de Dornelas, com a sua praia fluvial e Museu Etnográfico. Atravessa o rio Zêzere, entrando em Alqueidão, já no distrito de Castelo Branco. Após esta localidade, o percurso dirige-se para nascente, subindo até cruzar a EN238, descendo depois até ao vale das Bogas para dar entrada em Bogas de Cima.

Setor 9 / Bogas de Cima - Castelo Novo

Distância : 35,17km

Desnível : 1416m

Descrição :

Percurso de alguma exigência, inicia-se para sul, acompanhando a ribeira de Bogas até próximo da Malhada Velha, onde a atravessa, passando depois a norte da aldeia do Descoberto. Sobe a encosta em direção ao parque eólico, atingindo cerca de 900 m de altitude. Do topo obtêm-se vistas inspiradoras a 360º. Começa então a descida à direita até à aldeia de Ribeira de Eiras, onde entra no asfalto e cruza o rio Tripeiro. A seguir, desvia para um caminho à esquerda, subindo uma vasta área de pinhal, passando o vértice geodésico da Bafareira e descendo até encontrar a EM525 e chegar à aldeia de Partida. Após sair desta localidade, e durante a sua primeira parte, a etapa aproveita troços da EM525, desce ao vale da ribeira da Partida e segue por caminho até Pereiros. Daqui, sobe até à EN353 por entre zonas florestais, volta à direita e, mais abaixo, alcança a EM525 (à direita), que percorre até infletir à esquerda em direção a São Vicente da Beira. Daqui até ao destino, todo o trajeto se desenrola no interior da Paisagem Protegida Regional da Serra da Gardunha. Ainda em sentido ascendente, alcança a Casa da Floresta e passa junto ao Marco Geodésico Baldeira (909 m) antes da descida ziguezagueante até Castelo Novo.

Setor 10 / Castelo Novo - Monsanto

Distância : 56,68km

Desnível : 1223m

Descrição :

Esta etapa sai de Castelo Novo, seguindo para sul junto à A23 e infletindo para nascente no momento em que cruza por cima da autoestrada. Mais à frente, atravessa a EN18, a linha de comboio e a ponte sobre a ribeira de Alpreade, que a partir daqui acompanha, passando pela Atalaia do Campo. Afasta-se depois, saindo do asfalto à esquerda em direção à aldeia de Orca. Desta localidade, segue em caminhos de terra batida até encontrar a EN239 e a ribeira de Taveiro. Atravessa esta e sai do asfalto à esquerda para a continuar a acompanhar a alguma distância. Sobe até atingir a Aldeia de Santa Margarida. Saindo desta aldeia, o percurso vira à direita junto à Igreja Matriz, contornando depois alguns terrenos agrícolas e cruzando a EN233. Passa ao largo da Ermida de Nª Srª da Granja e continua para sul, em terra batida, em direção a Proença-a-Velha, terra de história e património, onde se pode visitar o Museu do Azeite. Sai da aldeia para nascente, entrando por caminhos florestais. Atravessa o vale do rio Torto e inicia subida até próximo dos 390 m, cruzando antes o ribeiro Mourisco. Passa o vértice geodésico Sebastião José e inicia descida para atravessar a ribeira de Rio de Moinhos e seguir paralelo ao rio Ponsul, chegando à Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha. Continuando para este, em conjunto com a GR12-E7, esta etapa cruza o rio Ponsul pela ponte romana e segue por esta planície, acompanhando o curso do rio até o cruzar uma segunda vez e infletir para norte. Seguindo em direção ao Monte-Ilha, cruza as aldeias de Amial e Afonseanes, atravessando depois interessantes núcleos de sobreiros. Inicia a subida da vertente, contornando o Monte-Ilha para oeste, elevação imponente que sobressai na paisagem plana e onde se instalou ancestralmente esta Aldeia Histórica.

Setor 11 / Monsanto - Meimoa (Barragem)

Distância : 45,7km

Desnível : 1039m

Descrição :

Saindo de Monsanto pela porta poente, o percurso desce pela calçada romana coincidente com a GR12-E7 para se separar desta onde encontra terra batida, fletindo para noroeste. Cruza a EN332, passa a ribeira e volta-se para nordeste em direção à Aldeia de João Pires, terra de singela beleza e casario pitoresco, onde segue à direita para norte, passando ao largo de Aldeia do Bispo. Continua por belo trilho panorâmico, deixando para trás o mundo do granito e entrando na paisagem de formação xistosa. Já próximo do final da etapa, desvia para poente e encontra a EN233, que acompanha à direita, até a cruzar por túnel para se aproximar e dar entrada em Penamacor. Continuando em direção a norte, o troço sobe e acompanha a cumeada do parque eólico, fazendo uma longa travessia por matas de produção dominadas por Pinheiro-bravo e Eucalipto. Em Meimoa, aldeia de boas tradições gastronómicas, atravessa a ribeira pela ponte antiga, local onde se situa a aprazível praia fluvial. Acompanhando de perto o curso da ribeira da Meimoa, a etapa continua para norte ao longo de uma paisagem rural, com pouco relevo, onde predomina o olival. Chega, por fim, ao paredão da barragem da Meimoa.

Setor 12 / Meimoa (Barragem) - Belmonte

Distância : 50,8km

Desnível : 1249m

Descrição :

A etapa atravessa o paredão da barragem e segue por um caminho de terra batida que entra na Reserva Natural da Serra da Malcata. Contorna a albufeira pelo lado sul até atingir o extremo este e dirige-se à localidade de Meimão, numa paisagem dominada pelo pinhal. Continua depois a subir até à cumeada do parque eólico e Alagoas. Passa ainda por Aldeia de Santo António e logo depois chega a Urgueira, junto ao ponto de junção com as etapas de ligação ao Sabugal e a Sortelha. A partir deste ponto de junção, continua para a direita, atravessando a aldeia, saindo pela rua do Pinheiro e continuando até virar a sudoeste no sentido da Ribeira da Nave. Após passar a ribeira, inicia-se a subida até próximo dos 800 metros, descendo-se depois ligeiramente para dar entrada na Aldeia Histórica de Sortelha pela Devesa. Saindo de Sortelha pela calçada romana no lado poente, esta etapa segue em conjunto com o PR “Caminho Histórico”, por entre canadas e veredas, até uma pequena secção de alcatrão onde o deixa, mantendo a sua direção tendencial para oeste. Segue ao longo da ribeira das Inguias e atravessa-a junto a esta povoação, na Rua da Escola. Continua por caminhos de terra batida com Belmonte à vista, aproximando-se da Serra da Esperança. Antes de chegar a esta Aldeia Histórica, o percurso atravessa a linha de comboio (passagem sem guarda) e a autoestrada em passagem inferior. Segue por caminhos agrícolas, até atravessar a estrada nacional e subir a Belmonte.

Setor 13 / Vale do Rossim - Belmonte (ligação)

Distância : 38,97km

Desnível positivo : 896m 

Descrição : 

Do Vale do Rossim sobe em direção às Penhas Douradas e desce ao longo dos chalets de montanha até ao Observatório Meteorológico. Continua por caminho de terra batida que cruza a EN 232. Volta a sair do asfalto, para continuar ao longo de uma descida mais acentuada e sinuosa, até alcançar Manteigas. Acompanhando a margem direita do rio Zêzere, continua para jusante, numa primeira parte com boas vistas para Manteigas na encosta oposta. Atravessa um impressionante bosque de castanheiros, o Souto do Concelho, mas, na zona do Sameiro começa a dominar o pinhal e os matos de urzes. No fundo do vale, vão-se vendo parcelas de terrenos agrícolas e pequenas pastagens. Após excelentes perspetivas para a aldeia de Sameiro, passa junto às infraestruturas do Skiparque e da praia fluvial da Relva da Reboleira. Já na parte final, atravessa o rio Zêzere para a margem esquerda e logo entramos em Vale de Amoreira. Sai de Vale de Amoreira para nascente em carreiro paralelo à EN232, ao lado de campos de cultivo e do rio Zêzere. Cruza a estrada e começa a subir a encosta entre pinheiros, descendo depois até voltar a encontrar o asfalto. Passa pelo centro de Valhelhas e atravessa o rio na zona da praia fluvial da localidade, continuando depois em conjunto com a GR Zêzere (GR33) até próximo de Vale Formoso, onde se separam, seguindo a variante GR22-E1 na direção da Aldeia Histórica de Belmonte. Passa o rio e sobe a norte para o castelo. 

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